Prejudica a injeção eletrônica a “chupeta” na bateria?

Muitos motoristas já ficaram com o veículo parado por causa da bateria descarregada, é decepcionante tentar ligar o seu carro e perceber que o motor de partida não dá nenhum sinal de vida.

Ao colocar o veículo pra funcionar no tranco podem surgir alguns problemas…

Empurrar o seu carro quando a bateria está muito baixa não adianta de nada não é verdade? Desse modo, é necessário usar um cabo auxiliar para recarregá-la. Conhecido como “chupeta”, usa-se um cabo de cobre com garras para ligar a bateria descarregada em outra bateria, mas não basta simplesmente ligar o cabo e dar parida no motor.

Para evitar faíscas e centelhas respeite a sequencia de ligação, pois pode provocar curto ou princípios de incêndio. Tome muito cuidado!

O mais correto é funcionar primeiro o veículo que servirá como doador, ligando o cabo no pólo positivo e depois no negativo. Depois de ligado o cabo no carro em funcionamento é preciso realizar a ligação no carro parado, fazendo a mesma sequencia.

Quando o cabo está ligado ao veículo em funcionamento não pode encostar a garra positiva com a negativa, pois corre o risco de um curto-circuito que pode danificar a central de injeção eletrônica seriamente.

bateria do carro

Feita a ligação do cabo, não devemos funcionar o motor logo de imediato, é preciso que a bateria acumule uma carga que será usada para acionar o motor de partida.

Facilitando a carga da bateria: Mantenha o veículo doador acelerado em cerca de 2/3 da capacidade do alternador, em torno de 2.000 rpm, assim aumenta a tensão otimizando a recarga.

Após alguns minutos dê partida no motor, desconecte os cabos da bateria, retire primeiro a garra do borne negativo e depois o positivo.

 

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