Como funciona uma bateria automotiva?

A bateria automotiva é deixada em segundo plano muitas vezes, só lembramos dela quando ficamos na mão com nosso carro. Ela é um dos principais componentes do sistema elétrico dos veículos.

A bateria automotiva pode ser considerada uma autopeça?

Digamos que não, pois ela está sujeita a reações químicas, sendo assim, ela deve ser tratada com os cuidados que um elemento químico exige.

A bateria é um acumulador de energia química e não de energia elétrica. Quando ligada a um circuito, fornece a corrente elétrica ao sistema do veículo. Há um princípio químico por trás disso.

Quando dois metais distintos se encontram em um meio ácido acontece a troca de elétrons, pois, enquanto um recebe elétrons o outro cede, gerando a corrente elétrica.

Uma bateria automotiva é composta por uma caixa plástica, preenchida com uma solução ácida, e encontram-se imersas placas de metais diferentes.

Esses metais são o chumbo, que formam as placas positivas; e o peróxido de chumbo, que formam as placas negativas.

A bateria possui dois contatos externos, positivo e o negativo, que estão ligadas as suas placas correspondentes.

Essas placas são armazenadas em células, que são divisões internas da bateria. No total são seis. Essas células são responsáveis por produzir 2 volts cada, aproximadamente isso.

Somando cada célula teremos 12 volts, que é a tensão nominal da bateria automotiva.

 

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