Funcionamento da injeção eletrônica do JAC J3

O Jac J3 é um automóvel muito confortável e que possui muita tecnologia na sua fabricação. Aqui falaremos do sistema de injeção eletrônica e um pouco da sua evolução ao longo do tempo.

Com a rápida evolução dos dos motores automotivos, aliado a fatores ecológicos como controlar a emissão de poluentes e a crescente procura por carros mais econômicos, o carburador, que durante muito tempo foi uma peça fundamental em qualquer automóvel, começou a se tornar ultrapassado, não mais suprindo as necessidades dos veículos, com cada vez mais tecnologia embarcada e evoluída.

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Aí começaram a ser melhorados os primeiros sistemas de injeção eletrônica de combustível, já que eles existem desde o final da década de 40, como sistemas bem primitivos e que ainda não compensava ser utilizado em larga escala. Para o motor funcionar com sua melhor performance, tanto em questão de economia quanto em questão de desempenho, ele precisa receber uma mistura de ar com combustível exata na quantidade perfeita.

Já o carburador, por melhor que fosse e estando na sua melhor regulagem, não alimenta o motor da forma exata tão bem quanto o sistema de injeção eletrônica, pois não consegue fornecer constantemente a mistura exata. Já os sistemas de injeção eletrônica conseguem realizar essa tarefa de fornecer a mistura exata.

Outra peça que ajudou e muito no desenvolvimento do sistema de injeção eletrônica foi a utilização dos catalisadores, já que para que a sua eficiência seja plena, precisava-se medir a quantidade de oxigênio presente no sistema de exaustão e alimentar o sistema com esta informação para corrigir a proporção da mistura.

A primeira peça que fazia isso foi o carburador eletrônico, uma peça mais evoluída que os carburadores e menos do que a injeção eletrônica. Esses carburadores eletrônicos tinham a sua regulagem muito difícil de ser feita. Por isso ele foi pouco utilizado e logo caiu em desuso.

Apareceu então o primeiro sistema de injeção single-point ou monoponto, que basicamente consistiam de uma válvula injetora ou bico, que fazia a pulverização do combustível junto ao corpo da borboleta do acelerador. O processo consistia basicamente em que toda a vez que o pedal do acelerador é acionado, esta válvula (borboleta), se abre deixando entrar mais ar. Um sensor eletrônico localizado nessa da borboleta, indica o quanto de ar está sendo admitido e a necessidade de maior quantidade de combustível, que é reconhecida pela central de gerenciamento, fornecendo assim mais combustível adicional.

Para regular corretamente a injeção eletrônica do JAC J3, procure um centro automotivo especializado, onde é encontrada mão de obra especializada e pronta para atendê-lo da melhor maneira possível e tirar todas as suas duvidas sobre injeção eletrônica e mecânica em geral.

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